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Trabalho vs. Emprego em Conservação

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8 Comments to Trabalho vs. Emprego em Conservação

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  1. Viviane Nogueira Conrado Quites

    Oi Vinícius, boa tarde

    As dicas são válidas, aplicáveis. Contudo observo dois pontos conflitantes em relação a posts de sites de oportunidades e recolocação profissional. O primeiro deles é com relação à carta de recomendação. Alguns artigos recomendam que tal carta deve ser entregue apenas quando solicitada. Talvez para a área ambiental a carta seja essencial, com você sugere. Outro ponto refere-se aos certificados. Alguns artigos citam a importância de informar cursos relacionados a área desejada, sejam eles de extensão ou de curta duração, afim de informar o recrutador que você está se atualizando, com interesse em crescer profissionalmente. Já recrutei profissionais e estagiários também, e, na ocasião, informações de cursos foram muitos decisivas em contratações. Na entrevista é possível detectar se a pessoa é capaz ou não de produzir, praticar, em função do curso de aperfeiçoamento. Sou do interior, e, atualmente, em busca de recolocação profissional na capital, tenho tido hábito de informar no meu currículo cursos relevantes realizados na área ambiental, pois acredito que agregam valores. Possuo uma declaração da Superintendente Regional de Regularização Ambiental do Alto São Francisco, que serviria como uma carta de recomendação, pois possui as competências, habilidades e atitudes. Você acha interessante anexá-la ao meu currículo?

    • Oi Viviane,
      Obrigado pelo seu comentário! Em relação à declaração de que você fala, acredito que pode ser interessante, sim, anexá-la ao seu portfólio. Quanto à carta de recomendação, acredito que para a nossa área faz muita diferença… principalmente porque muitas pessoas têm uma série de experiências curtas em várias instituições. De repente, uma carta de recomendação pode ajudar a discernir quem está apenas “pulando de galho em galho” e quem está construindo de fato um percurso na carreira. Sobre os cursos, sem dúvida que eles são importantes. A própria Bocaina existe para capacitar profissionais por meio de cursos e programas, além do nosso conteúdo gratuito. A grande questão que coloco é que, infelizmente, há um imenso contingente de candidatos que são verdadeiros “caçadores de certificados”… já recebi currículos com mais de uma página de certificados, o que mais me confunde do que me informa. O que é relevante? Então acho que você foi no ponto: é importante relatar a sua formação complementar na área de interesse… e não apenas listar toda a papelada que já se juntou ao longo da vida. Até porquê tem muita gente que compra o certificado, no sentido de que tem o papel, mas não tem o conhecimento. E separar o joio do trigo nessa fase pouparia muito tempo e recursos aos recrutadores. Espero ter contribuído para este debate com você. Continue participando!
      Abração
      Vinicius

  2. Jadson Diogo Ferreira Leite

    Boa tarde.

    Gostei muito do vídeo.

    Penso que, antes de qualquer profissional enviar um currículo para uma empresa ou para uma instituição, ele deve pensar sobre como ele se identifica na empresa que vai trabalhar e com o próprio cargo.

    Além disso, antes de qualquer pessoa assumir um determinado cargo em uma empresa, ela deve fazer a seguinte pergunta: com este emprego ou cargo, e com os meus conhecimentos, no que eu posso acrescentar nesta empresa?

    Porque todo profissional não deve ser “mais um” empregado, que vai desempenhas as mesmas funções. Ele tem que pensar sobre o que ele poderá contribuir para o desenvolvimento da empresa, e obviamente para o seu desenvolvimento também.

    Já que vocês abordaram sobre este assunto, acho que vocês poderiam abordar mais sobre este assunto, devido a sua importância.

    • Oi Jadson, muito pertinentes suas colocações. A maioria dos profissionais do conhecimento (nosso caso) precisa pensar nesses dois lados da mesma moeda: desenvolvimento pessoal e desenvolvimento organizacional/institucional. Se a instituição é o empreendimento próprio do profissional, as coisas se tornam um pouco mais fáceis (e prazerosas!). Obrigado pela participação e pela sugestão, procuraremos sim abordar mais este assunto aqui no blog. Abração!

  3. Ola
    Gostei bastante do vídeo, pois me fez perceber alguns erros que cometo normalmente. Porém encontro uma pequena dificuldade, mesmo sendo formada e tendo inúmeros cursos na área não consigo arrumar emprego pela falta de experiência, normalmente eles querem que você tenha experiência na área, mas como ter experiência se ninguém te da a oportunidade de começar. Nesse caso minha dúvida é o seguinte, devo colocar meus cursos e eventos no currículo para mostrar que mesmo ainda sem experiência tenho algum conhecimento sobre a vaga pleiteada?

    • Oi Stefani, obrigado pelo seu comentário!
      Realmente esta questão da experiência é um problema para muitas pessoas, e geralmente é o ponto fraco na hora da entrevista. Eu acho que uma forma de lidar com isso é como você mesma falou: se você não tem experiência direta de trabalho, você deve mostrar de alguma forma que domina o conhecimento relativo à vaga pleiteada. E na sua carta de intenções, demonstrar por quê buscou esse conhecimento e como entende que pode utilizá-lo em prol da organização em que pretende trabalhar.
      Uma solução para falta de experiência é buscar integrar programas de pesquisa que te forneçam essa base, como o Programa Prática em Conservação (PPC), que lançamos em abril deste ano.
      E uma alternativa ao problema de não conseguir emprego é justamente buscar empreender na área. Você já pensou nisso?
      Espero que nosso conteúdo possa ser cada vez mais útil para você.
      Abraços
      Vinicius

  4. Franciane M.

    Trabalhei quase cinco anos liderando uma equipe e o que eu percebi foi exatamente tudo o que ele falou. As pessoas trabalham apenas para ganhar dinheiro e suprir suas necessidades. Temos uma deficiência de “contribuição” no mercado de trabalho atual. Tenho apenas 21 anos, estudante de Biologia e só consegui o que tenho hoje porq me doei bastante. Parabéns! Excelentes dicas.